O Brasil é o país do futebol e a paixão dos meninos por esse esporte é enorme. Desde muito novos, a maioria dos jovens coloca na cabeça que quer jogar bola e é muito comum os pais alimentarem esse sonho. Encontram-se facilmente meninos começando a jogar com cinco anos de idade. E quando eles chutam a bola, é sempre uma euforia, os pais torcem, gritam, pedem falta, tudo como se fosse um jogo profissional.
E foi assim que começou a carreira de alguns dos jovens que conseguiram entrar no tão sonhado mundo do futebol. O meia-esquerdo Madisson Souza, 19 anos, emprestado pelo Fluminense para o time profissional do Clube de Regatas Brasil, começou a gostar de jogar bola desde cedo. Foi na escolinha de futebol da sua cidade, em Pedro Canário, ES, que surgiu uma oportunidade. “Todo ano tem um torneio no Espírito Santo, a Copa Gazetinha, com 13 anos eu participei e um olheiro me convidou para jogar no Flu”, conta o jogador que saiu com apenas 13 anos de sua cidade e veio para o Rio morar sozinho no alojamento do Fluminense.
Conheça um pouco a história do jogador e tudo o que ele pensa sobre esse disputado mundo do futebol.
Antes de vir para o Rio você morava no Espírito Santo. Quando veio, jogou um tempão no Fluminense, depois foi para o profissional do Cabofriense e agora está em Maceió. Como é para você, sendo tão novo, ter que ficar se mudando direto? Você considera muito difícil a vida de um jogador de futebol?
Eu não esperava isso não! Para mim, eu iria subir logo para o profissional do FLU. Mas é um pouco difícil mesmo, eu tão novo, ter mudado de estado. Mas coloquei para mim que futebol é assim mesmo, às vezes você tem que dar um passo para trás, para depois dar três para frente. E finalizando, eu não acho futebol difícil não! Você tem é que estar na hora certa e no momento certo, ai tudo acontece.
Mas você já se arrependeu alguma vez de ter escolhido o futebol como profissão?
Vou te confessar que se eu pudesse voltar atrás, não escolheria o futebol como profissão não. É muita falsidade e inveja também.
Mas já aconteceu alguma coisa negativa com você para não fazer novamente?
E foi assim que começou a carreira de alguns dos jovens que conseguiram entrar no tão sonhado mundo do futebol. O meia-esquerdo Madisson Souza, 19 anos, emprestado pelo Fluminense para o time profissional do Clube de Regatas Brasil, começou a gostar de jogar bola desde cedo. Foi na escolinha de futebol da sua cidade, em Pedro Canário, ES, que surgiu uma oportunidade. “Todo ano tem um torneio no Espírito Santo, a Copa Gazetinha, com 13 anos eu participei e um olheiro me convidou para jogar no Flu”, conta o jogador que saiu com apenas 13 anos de sua cidade e veio para o Rio morar sozinho no alojamento do Fluminense.
Conheça um pouco a história do jogador e tudo o que ele pensa sobre esse disputado mundo do futebol.

Eu não esperava isso não! Para mim, eu iria subir logo para o profissional do FLU. Mas é um pouco difícil mesmo, eu tão novo, ter mudado de estado. Mas coloquei para mim que futebol é assim mesmo, às vezes você tem que dar um passo para trás, para depois dar três para frente. E finalizando, eu não acho futebol difícil não! Você tem é que estar na hora certa e no momento certo, ai tudo acontece.
Mas você já se arrependeu alguma vez de ter escolhido o futebol como profissão?
Vou te confessar que se eu pudesse voltar atrás, não escolheria o futebol como profissão não. É muita falsidade e inveja também.
Mas já aconteceu alguma coisa negativa com você para não fazer novamente?
Sim. Já aconteceu comigo e tenho exemplos de amigos também!!
Você pode contar o que já aconteceu com você?
Ah... várias vezes me prometeram que eu iria subir para o profissional do Fluminense e nada disso aconteceu!
E você fica muito triste por não estar no profissional do FLU? Você acha que jogar no CRB não pode render alguma coisa boa para você também como profissional?
No começo sim. Logo quando fui pra o cabofriense bateu uma tristeza, porque cheguei ao FLU com 13 anos. A minha infância foi toda lá. Sempre tinha aquele pensamento de subir, como os outros meninos também têm. Mas hoje penso diferente, ainda tenho contrato com o FLU e com certeza ainda vou jogar lá. E jogando no clube que estou no momento, tenho mais chances ainda, porque vou pegar mais experiência, rodagem, e ai é bem melhor.
Se você não fosse jogador de futebol, qual outra profissão acha que escolheria?
Agora no momento seria difícil te falar. Porque agora que estou de vez no futebol, só respiro isso (risos), mas acho que faria educação física.
Sendo jogador, tendo todas as obrigações que você tem e se mudando como você teve que se mudar, de um estado para outro, como é que fica a vida pessoal? O namoro, os amigos e a família?
Deixei grandes amigos no Rio, que foi onde tudo começou. Tenho saudades, é claro! A minha namorada também é do Rio. Mas acima de tudo isso, tenho sonhos e metas e sou muito focado naquilo que quero. Não é a saudade que vai me abater. Tenho muita força de vontade e supero isso muito fácil.
E quais são os seus sonhos?
Minha grande meta é me firmar como jogador profissional de um time grande e em seqüência, a seleção brasileira e depois jogar na Europa.
Por que você acha que todos os jogadores tem o sonho de jogar na Europa? Além do salário (que lá é muito mais alto) o que falta nos clubes brasileiros?
Porque aqui no Brasil são poucos os que se realizam profissionalmente. Ai aparecem essas propostas milionárias do exterior e o atleta não tem como recusar. Porque lá ele vai se estabilizar profissionalmente. Não vejo soluções para os clubes brasileiros, até porque o dinheiro sempre fala mais alto.
Mas você acha que nunca vai ter um jeito dos clubes conseguirem manter os bons jogadores aqui?
Tentar eles até tentam, mas foi como te falei, os valores são muitos altos. Além disso, vai beneficiar o clube e o jogador. Dessa forma é bem difícil segurar os bons!!
Qual é o seu maior medo nessa profissão?
Medo nenhum! Às vezes penso que se não der certo o que vou fazer? Mas confio em mim e tenho muita fé em Deus que tudo vai terminar bem.
