quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Papai Noel com a bola no pé

Final de ano... é época de ajudar o próximo! E os jogadores de futebol estão mostrando que se importam e que gostam de ajudar! Além do jogo do Zico que irá acontecer nessa quinta, no Maracanã, hoje, quarta feira, Diego e Ibson do Flamengo se juntaram e organizaram uma super partida em São Gonçalo.

A entrada para o evento eram dois quilos de alimento não perecível e a galera compareceu! Todos queriam ver seus ídolos de perto... e foi exatamente isso o que aconteceu! Diego e Ibson não contavam com super presenças, como a do goleiro Julio César e do goleiro do Porto Helton, que passou no evento para dar um abraço nos amigos e teve que correr para pegar o avião.

O primeiro, foi o jogo dos amigos de Diego e Ibson, mesmo sabendo que iriam jogar depois, a dupla de organizadores fez questão de participar da partida . O segundo, foi o jogo dos veteranos, com a presença de Adílio, Andrade, Roberto Dinamite, entre outros, que deram um show em campo. O terceiro e mais esperado pelo público, foi o jogo dos atuais jogadores. Ibson, Jean, Atírson, Paulo Sergio, Henrique, André Lima, Julio César, entre outros... fizeram a alegria da torcida, que vibrava com cada pedalada e fazia a festa.

Confira agora a entrevista com o Ibson, que falou com o Bela da Bola depois do evento. Ao longo das semanas, você poderá conferir as entrevistas realizadas com os demais jogadores.

Como foi que surgiu a motivação para fazer um futebol beneficente e por que o Clube Combinado Cinco de Julho, em São Gonçalo?

Ibson: A motivação surgiu porque cada ano a gente sempre procura levar o futebol para algum lugar onde fica mais fácil do público poder chegar. E escolhemos aqui, esse lugar, porque foi aqui que o meu pai, o pai do Diego e do Léo jogavam futebol desde que nós éramos pequenininhos e nós sempre víamos nossos pais jogarem. E no final de ano a gente sabendo que tem muita gente que não tem nem o que comer, é muito bom poder ajudar. Esse é o segundo ano que estamos fazendo, o primeiro foi em 2005, ano passado não deu para acontecer e esperamos que em 2008 possamos fazer novamente e dar continuidade nesse futebol beneficente para ajudarmos as crianças que precisam.

E agora, depois do evento ter dado super certo, de jogar a sua partida com os seus amigos e ver a festa linda que foi, você está satisfeito e realizado?

Estou muito satisfeito! É muito trabalho organizar um evento como esse, mas ficamos felizes que as pessoas vieram, algumas pessoas que eu nem esperava que vinham, apareceram, como o Julio César que me ligou ainda agora perguntando se poderia vir. É um grande amigo que tenho e fiquei muito feliz porque ele veio. O Helton também, mesmo tendo que viajar hoje, ele fez questão de passar aqui para me dar um abraço. É um grande amigo que eu tenho, de coração! E quem fez a festa foi o público!

Ficou feliz de rever seus amigos?

Com certeza. Além de rever os amigos, foi super importante arrecadar tantos alimentos. Foram 32 mil quilos, nós conseguimos alcançar os nossos objetivos e estamos muito felizes.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

FELIZ NATAL!!!!!!



O Bela da Bola deseja a todos vocês um Feliz Natal!!!!!!!!!!!!


Um Natal de muita paz, felicidade, sucesso... e muito futebol!!!!!!!!!


Obrigada a todos que estão sempre por aqui pelo blog, comentando e participando!!!!!


Um abraço,
Nanda Belém


sábado, 22 de dezembro de 2007

Essa você não pode perder....

Para quem mora no Rio, Zico dará um super presente de Natal! Esse ano, o já famoso Jogo das Estrelas, organizado por Zico, será no Maracanã. O valor arrecado com a venda dos ingressos, serão doados para instituições. Vai ser imperdível!!!!

Já estão confirmados no evento: o volante Emerson e o holandês Seedorf, campeões mundiais pelo Milan, o ídolo japonês Hidetoshi Nakata, o atacante da Seleção Brasileira Vágner Love, o apoiador Carlos Alberto, do Werder Bremen, Obina, Ibson e Leonardo Moura, do Flamengo, Gabriel, do Fluminense, os paraguaios Arce e Gamarra, Raí, Amoroso, Djalminha, Leonardo, Aldair, Edmundo, entre outros. A arbitragem será de Wagner Tardelli com as assistentes Ana Paula de Oliveira e Maria Elisa. Outra grande atração será a reunião, pela primeira vez, do time do Flamengo campeão brasileiro de 1987.

Alguém duvida que vai ser um jogão?

Os torcedores poderão adquirir as entradas no CFZ, Gávea, Laranjeiras e no Maracanã, de 11h às 17h. O evento acontecerá no dia 27, no Maracanã, com o jogo dos artistas às 18:30h e o jogo principal às 20:30h. A abertura dos portões acontecerá às 16:30h. Os ingressos custarão R$ 10,00, arquibancada, e R$ 6,00 as cadeiras azuis inferiores (com direito a meia entrada).

Você que gosta de futebol, não vai querer ficar de fora, né?! Aproveite!!!!!

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

E foi kaka que levou!!!!!

Pois é... que Kaka seria eleito o melhor do mundo, quase todo mundo já sabia, afinal ele pescou praticamente todos os prêmios internacionais... mas que Messi ficaria em segundo e o Cristiano Ronaldo em terceiro?!?!?! isso foi uma surpresa, certo?


Como muitos disseram por aqui, o Cristiano praticamente carregou o Manchester... colocou o time lá no topo e ficou em terceiro?! tá certo que o Messi é um super jogador, mas... Cristiano Ronaldo, é O Cristiano Ronaldo, né?!


Cristiano Ronaldo merecia até o título de melhor jogador, mas enfim... prêmios sempre surpreendem... e ele ainda é bem novinho, pode conquistar no ano que vem, ele merece!


E o Messi?! Que tinha dito que não iria nem no prêmio, decidiu aparecer por lá e abocannhou o segundo lugar... Que hermano sortudo!!!!!!! Mas ele fez por merecer, o cara joga muito! merecia estar entre os três, só não sei se merecia o segundo lugar...


Parabéns ao Kaká que teve um ano brilhante e agora sim fechou com chave de ouro... e você? Concordou e gostou da premiação?! Não deixe de dar sua opinião...

domingo, 16 de dezembro de 2007

O melhor jogador do mundo é...

É nesta segunda feira, que será anunciado pela FIFA, em Zurique, quem será o melhor jogador do mundo. Todos acreditam que não existem dúvidas sobre a escolha do jogador brasileiro Kaka, como ganhador do título. Ele teve um ano brilhante! E amanhã pode encerrar o ano com chave de ouro.

Hoje, consagrou-se melhor jogador do Mundial de Clubes, com a vitória do Milan contra o Boca, conquistando o tetra-campeonato na competição.



Mas além de Kaka, estão na disputa pelo título de melhor jogador do mundo, o português Cristiano Ronaldo e o argentino Lionel Messi.

O argentino parece não acreditar muito na conquista, pois não vai nem no evento realizado pela FIFA, vai ficar na Espanha se recuperando de uma lesão.


A disputa vai estar entre Kaka e Cristiano Ronaldo. E que bela disputa! Além de muito talento no futebol, Kaka com suas arrancadas, lindos lances e principalmente, belos gols e Cristiano Ronaldo com toda a sua firula, seu jeito único de correr e também seus belos gols, eles contam ainda com todo o charme e toda a beleza que qualquer menina gosta de ver.

Vai ser uma disputa e tanto... quem você espera que seja o melhor do mundo?! E vocês meninas?! Quem leva o título?! É aguardar para ver... e nós ficamos na torcida!!!!!!!




sábado, 15 de dezembro de 2007

Amanhã tem jogão!!!!!!!




É nesse domingo, às 8:30 em Yokohama, que acontecerá a decisão do Mundial de Clubes. Os times que irão se enfrentar serão o Milan e o Boca Juniors. Os dois times irão lutar para se tornarem tetra-campeões, no gramado já muito conhecido pelos dois times!


Quem vai estar de fora da competição é o argentino Riquelme, que não poderá juntar-se a Palacio e Palermo no time do Boca, e Kaka lamenta não tê-lo como adversário em campo.

- Ele é meu amigo e sua ausência é ruim para o espetáculo, mas para o Milan, é melhor que não jogue, porque é um grande jogador - disse em entrevista ao jornal argentino 'Olé'.

E você? Vai torcer para quem?! Para nossos "hermanos", ou para o nosso "melhor jogador do mundo" e seu time?

É um jogo que não dá para perder!

E ano que vem?! A disputa ficará entre quais times? Quais são os seus palpites?

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Confirmado!


Agora é oficial!


Romário será o novo técnico do Vasco! Confirmado para 2008, será ele quem irá esquentar o caldeirão do São Januário. Tudo o que o bela da Bola acha da escolha do Baixinho como técnico, já foi dito daqui na sua primeira atuação no cargo. Com sua experiência e competência, ele não deveria deixar os gramados, e dessa forma vai poder passar toda a sua experiência adiante!


Desejamos sorte!


Vasco pode apostar em prata da casa!

Alô torcedores vascainos... uma notícia fresquinha acabou de chegar! Existem rumores de que o Vasco pode vir de cara nova em 2008. O time que não foi muito bem no campeonato brasileiro, terminando em décimo lugar na tabela de classificação, logo atrás do Botafogo, parece que vai fazer uma aposta diferente para o ano que vem.

Isso porque, existem especulações de que, quem pode assumir o time profissional é um prata da casa. Isso mesmo! As paredes dentro do clube tem ouvidos e a informação que chegou de lá é a de que nomes parecem já estar surgindo, como o do treinador da categoria sub-15 Marcus Alexandre, mas até agora o clube não deu nenhuma notícia oficialmente. Porém se for confirmado, parece que o Vasco pode vir com força total e muita vontade para virar o quadro de 2007 e liderar e brilhar no ano de 2008. Se são apenas especulações ou não... é só esperar para ver... mas é como diz o ditado - onde há fumaça, há fogo!

E você, o que acha? Dê a sua opinião! Será que uma cara nova para o profissional, um prata da casa das categorias de base, pode fazer ferver o caldeirão no ano que vem?


Vamos esperar para ver!

sábado, 1 de dezembro de 2007

6ª Copa Escolar de Beach Soccer

Acontece, neste final de semana, na Praia de Icaraí, em Niterói, a 6ª Copa Escolar de Beach Soccer. O Evento, realizado pelos organizadores Carlos Garela e Alexandre Novaes, contará com a participação de dez escolas e será dividido em duas categorias: 7 à 9 anos e 10 à 12 anos.

O "Blog do Garça" e o "Bela da Bola" irão fazer a cobertura da fase final do torneio, com entrevistas, desafios e sorteio de brindes. Não percam!


CATEGORIAS:


-Masculino 7 a 9 anos de idade (nascidos entre 1998 e 2000)


-Masculino 10 a 12 anos de idade (nascidos entre 1995 e 1997)


A 6ª COPA DE FUTEBOL DE AREIA DE ESCOLAS DE NITERÓI será realizada nos dias 01 E 02 DE DEZEMBRO de 2007 (Sábado e Domingo), a partir das 8:00h, na Praia de Icaraí no campo em frente à rua Lopes Trovão.


PROGRAMAÇÃO:


SÁBADO: ELIMINATÓRIAS DA CATEGORIA 7 A 9 ANOS- 08:00 ás 12 horas

ELIMINATÓRIAS DA CATEGORIA 10 A 12 ANOS- 16:00 ás 19 horas


DOMINGO: FINAIS DISPUTA 3 E 4 LUGAR 7 a 9 anos- 08:00 hs

FINAIS DISPUTA 3 E 4 LUGAR 10 a 12 anos- 08:45 hs

FINAIS DISPUTA 1 E 2 LUGAR 7 a 9 anos - 09:30 hs

FINAIS DISPUTA 1 E 2 LUGAR 10 a 12 anos- 10:30 hs


Entrega da Premiação para as equipes campeãs programada para as 11:15h.


Cada escola deverá inscrever uma Equipe por categoria. Relação de 12 alunos por equipe contando com o goleiro.


ESCOLAS PARTICIPANTES


COLÉGIO MONSENHOR READER

CRECHE ESCOLA COMEÇO DE VIDA

RECANTO CASA E ESCOLA

BABYLÂNDIA/ATUAÇÃO

COLÉGIO MIRAFLORES

SALESIANO REGIÃO OCEÂNICA

COLÉGIO GRAFITINHO

COLÉGIO OSWALDO CRUZ

COLÉGIO PLUZ

COLÉGIO ALZIRA BITENCOURT


PREMIAÇÃO


1°, 2°, 3° lugar de cada categoria: Troféu e medalha ( Secretaria Municipal de Esporte)

1° lugar de cada categoria: 1 pizza individual para cada atleta na Nikiti Pizza

Artilheiro de cada categoria – Troféu e 1 almoço com acompanhante no restaurante self-service Aluada


Sorteio de 4 alinhamentos de direção na DG Auto Center.

Sorteio de recargas de cartuchos da Long Jet .


PATROCINADORES


DE TARSO VEICULOS

COOPTAX

CASA DAS TELAS

PRAIA GOURMET

PIZZARIA NIKITI PIZZA

STÚDIO DE PILATES

DG AUTO CENTER

CAIÇARA AUTO PEÇAS

ALUADA RESTAURANTE SELF-SERVICE

TOY TOWN PARK

CRECHE ESCOLA ICARAÍ

DEBORA NOIVAS

LONG JETCOR E ARTE BUREAU

LEVE ÁGUA DISTRIBUIDORA


APOIO CULTURAL


SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES

BLOG DO GARÇA

BLOG BELA DA BOLA

JORNAL NOTICIAS DE NITERÓI

O FLUMINENSE

JORNAL DE ICARAÍ


Cobertura do evento será realizada pela TV a Cabo Net Canal 36 ( Programa Qualidade de Vida e Saúde – Ornellas ).

domingo, 18 de novembro de 2007

Ela bate um bolão!

Já foi a época em que futebol e mulher não se misturavam. Na verdade essa época não chegou nem a existir. Quando o futebol chegou ao Brasil e era um esporte somente da elite brasileira, as mulheres já estavam presentes no estádio. No livro Futebol – Uma Paixão Nacional, o autor Rubim de Aquino conta que as mulheres, como não podiam gritar, ou torcer de forma mais exaltada, levavam lencinhos para o estádio e quando sentiam vontade de gritar, torciam esse apetrecho.

Hoje, o futebol é o esporte mais popular do mundo e muitas mulheres amam esse esporte tanto quanto os homens! É possível ver muitas torcedoras nos estádios, vibrando por seus times. A presença da mulher no futebol, também cresceu dentro de campo, com grandes jogadoras no futebol feminino e fora dele, na cobertura esportiva.

Há quem diga que mulher não entende de futebol, mas nós estamos aqui para provar que isso não é verdade! E hoje, o Bela da Bola traz uma entrevista com a jornalista esportiva “Maria Chuteira”, que faz participações irreverentes nas coberturas esportivas da rádio Globo. Ela forma o time das mulheres que entendem, torcem e são apaixonadas por esse esporte que é uma grande paixão – o futebol!

Confira a entrevista!

Como foi que surgiu a sua paixão pelo futebol?

Desde criança quando observava meu pai ouvindo no seu velho radinho de pilha "aquele cara que falava rapidinho". Me perguntava ,o que deixava ele tão concentrado...não só ele ...várias pessoas.
Mais tarde percebi que se tratava de algo mágico... Uma paixão que movia multidões e ai foi só um pulo para virar também uma paixão em minha vida.

E foi essa paixão pelo futebol que fez com que você seguisse a área do jornalismo esportivo?!

Sem dúvida, tudo que tem paixão, amor é muito mais prazeroso. E quando você faz o que gosta fica tudo mais fácil.

Como foi o seu primeiro trabalho na área do esporte?

Foi em uma rádio do interior, minha querida rádio Teresópolis. Fazia um programa no domingo de manhã e sempre comentava o que acontecia nos campeonatos, como, resultados e jogos do dia. Naquela época o time da cidade, Barra, disputava a seletiva do carioca e eu comecei a freqüentar treinos e jogos para fazer matéria (já irreverentes). E claro, sempre ia a sede da CBF, na granja Comary, quando pintavam por lá times de grande porte (Seleção, Flamengo, Fluminense, Vasco, etc.).

O que você está achando desse crescimento de mulheres na área do futebol?

Fantástico. Mais uma área do universo masculino que está tendo a barreira do preconceito quebrada.

No seu programa, você faz perguntas com duplo sentido para torcedores e jogadores... Como surgiu essa idéia?

A idéia surgiu com o objetivo de colocar o jeito carioca de ser... Bom humor, alegria, alto astral...e com isso, criar mais intimidade e harmonia com os torcedores.

Você já passou por muitas situações engraçadas no seu trabalho? Conte alguma.

Adoro o carinho e respeito com que sou recebida por todas as torcidas. Sempre encontro figuras que me fazem rir, com seus elogios, brincadeiras, fantasias, piadas etc. Mas uma foi genial! A Maria Chuteira sempre usa aquele texto - vou dar uma rapidinha- pois é... Estava eu no Maracanã ainda vazio, porque a galera estava chegando, quando de repente ouvi uma voz feminina – “Maria Chuteira, oh Maria Chuteira, vem aqui dá uma rapidinha com meu marido". Na hora ri muito, eu e algumas pessoas, até porque com Maracanã vazio dá para você escutar até do campo.

Já cometeu alguma gafe?!

No ar não me lembro. Talvez tenha trocado algum nome, mas nada de grande proporção, ainda bem!

O que você acha mais legal na sua profissão?

Estar junto da galera. Sempre aprendo com os torcedores, faço muitos amigos. Quando fiquei grávida foi muito lega, todos torciam comigo para tudo dar certo. Até hoje perguntam por minha filha, se está tudo bem. Graças a DEUS consegui dar um estilo na Maria Chuteira de amizade com todas as torcidas. Não só amizade, mas também carinho, respeito e cumplicidade.

O seu nome no programa é Maria Chuteira, como você vê as Maria Chuteiras de verdade? O que acha delas?

Essa é forte, mas vamos lá. Ficar com um homem só porque é famoso, tem grana e outras coisas é desprezível sempre, seja ele jogador de futebol, médico, ator etc. Mas por um outro lado, cada um faz o que quer de sua própria vida .Vamos combinar, quando você fala de Maria Chuteira , logo imagina aquela menina que quer subir na vida, mas o que tem de Maria Chuteira famosa por ai...brincadeira... (risos)

Você acredita que ainda existe muito preconceito relacionado à mulher trabalhar com futebol?

Preconceito, infelizmente, sempre tem. Mas é claro que hoje é muito menor, o importante é ser competente no que faz. Para ter sucesso em qualquer carreira só tem uma receita: conhecimento, dedicação e amor pelo que faz.

Você tem algum sonho que pretende realizar na sua carreira?

Muitos! Apresentar um programa esportivo, com a irreverência da Maria Chuteira, em TV aberta, seria interessante. Faço um programa aqui em Cabo Frio em uma TV fechada. Quem sabe na TV aberta? Vamos torcer!

Dizem que jornalista esportivo não pode revelar para qual time torce. E você?! Conta para a gente qual é o seu time do coração!

Essa é fácil! Sou cabofriense.

Deixa um recado para todos aqueles que freqüentam o Bela da Bola e que admiram o seu trabalho.

Galera muito obrigada pelo carinho. Vocês fazem o futebol ser mágico! Continuem vibrando com seus clubes, sempre com amor, nunca com violência. Vale zoar o amigo quando seu time ganhar, mas nada de perder o humor quando seu time perder.E quem sabe numa dessas rodadas nos encontramos para uma rapidinha... Vai ser um prazer! beijocas


* fotos: arquivo pessoal

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Quem não sonhou em ser um jogador de futebol?

Fama não é sinônimo de conteúdo e o “anonimato” não é sinal de falta de história de vida. Muitos jogadores de futebol são verdadeiros mitos, heróis, ídolos! São pessoas que parecem inatingíveis. Muitos desses, porém, podem não chegar aos pés de outros jogadores que passam pelas ruas do Brasil sem serem reconhecidos. Mas que em outros países fazem a alegria de muitas pessoas e torcidas.

Esse é o caso do jogador Léo Monnerat. Ele começou a jogar bola quando tinha 10 anos, na escolinha de futebol de Teresópolis, cidade onde morava. Hoje, com 28 anos, o jogador pode olhar para trás e ver que construiu uma história com muita luta, muitos sonhos e muitas conquistas. Já passou pela Itália, Indonésia e Índia, onde acabou virando craque.

Confira a entrevista e conheça a história do jogador

Depois da escolinha em Teresópolis, como foi que você entrou no mundo do futebol profissional?

Fui para o Vitória da Bahia, para a categoria infantil. Estava com 13, quase completando 14 anos. Fui com os diretores do Vitória, pois eles estiveram jogando aqui no Rio o campeonato Brasileiro de juvenis, gostaram de mim e quiseram me levar para o clube. Foi uma luta para convencer os meus pais, porque eles se preocupavam também com os meus estudos. Quando estava no time, joguei um campeonato em São Paulo, e o Atlético Mineiro também estava na competição. Me destaquei, e eles me chamaram para ir para o Atlético. Como ainda não tinha me filiado ao Vitória, resolvi ficar mais perto de casa e aceitar a proposta.

Você em algum momento, quando apareceu a primeira oportunidade, teve dúvidas se teria coragem de deixar toda a sua família aqui para ir atrás do seu sonho de ser jogador de futebol?

Sabe quando você tem um sonho, e chega um dia alguém e lhe faz um convite para você realizá-lo?? Foi assim, eu nem pensei! Coloquei na minha cabeça que queria, lutei contra tudo e todos e consegui convencer minha família. No início foi muito difícil, quando cheguei lá, vi que tinha que ralar. Em casa eu tinha o meu quarto, as minhas coisas. Lá, tive que dividir com 10! Mas fiquei uns três meses só.

E depois, como foi no Atlético Mineiro?


Lá era mais tranqüilo, dormia só com mais 3 no quarto. Fiquei três anos por lá. Um no infantil e dois no juvenil. Nessa época que jogava no Galo, era muito difícil revelar jogadores, ainda mais da minha posição, pois só queriam zagueiros com experiência. Mas acabou aparecendo uma oportunidade de jogar no XV de Piracicaba. Eles foram buscar jogadores no Atlético e mostraram interesse em mim. Eu nem pensei, pois lá eu já entraria nos juniores e teria a chance de ir para o profissional. E como eles tinham o mesmo patrocínio que o Atlético, fui emprestado e em menos de três meses, eu estava no profissional do XV. Fomos campeões da série C do Brasileiro e eu estava muito feliz, pois tinha meu primeiro contrato de profissional. Depois fui emprestado para o Corinthians para disputar a Copa São Paulo.

Mas e ai, como foi no Corinthians?


O Corinthians na época estava largado, quem gerenciava a base era um grupo de empresários chamado Euro Sports. Não tive muita chance lá, pois quem jogava eram os atletas dessa empresa. Então voltei para o XV e continuei entre o profissional e os juniores. Foi então que uns empresários da Itália vieram ver alguns jogadores, e gostaram do meu estilo. Fui negociado no meio do ano em 1997, junto com o Luciano Emilio, que esse ano foi o artilheiro da MLS nos EUA. Nessa época, eu já estava quase completando 18 anos. Quem nos levou foi o José Altafini, aqui no Brasil ele é conhecido como Mazzola, foi campeão mundial em 58 pelo Brasil e em 62 disputou outra copa pela Itália. Ele é muito famoso lá, porque jogou nos melhores times da Itália.
Quando cheguei lá, me machuquei, tive que ficar quase dois meses parado, fazendo tratamento. Tive uma distensão na coxa. Foi um período muito difícil, pois eu pensei que eles iriam me mandar de volta para o Brasil. Os times começaram a contratar e como eu estava machucado, não fui para nenhum lugar. Quando melhorei, fui jogar pelo Trento. Fomos campeões da série C e no ano seguinte, disputei a série B. Foram quase três anos de contrato, mas que tive que romper, pois tive uns problemas na família e resolvi voltar para o Brasil.

E no Brasil, como foi?


Quando cheguei aqui, acertei com o Tupi de Juiz de Fora. Joguei o Campeonato Mineiro e, quando terminou, me ligaram da Itália para voltar para lá. Só que dessa vez para outro time. Quando cheguei lá, tinha mudado tudo. Tinha uma lei que proibia jogadores não europeus de jogar nas séries C e B. Fiquei dois meses treinando em um clube esperando para ver se mudavam a lei, só que como não houve mudança acabei aceitando um convite que recebi para ir para a Indonésia. Como a proposta foi muito boa e eu estava louco para voltar a jogar, nem pensei e fui embora para lá.

E a experiência de morar na Indonésia?

Fiquei 1 ano e 7 meses sem vir para casa. Foi muito difícil, pois lá eles falavam em inglês e indonésio, e eu italiano e português (risos). Lá é muito diferente mesmo! A estrutura totalmente diferente, o campo, a alimentação, religião , língua...

E como você fez? Como você conseguia falar com as pessoas?

Comprei um dicionário italiano/inglês e indonésio e fui me virando. Ficava em casa sozinho, treinando (risos). Eu morava com um africano, ele me ajudava no inglês, pois no clube, eu tinha que falar com os meus companheiros...imagina a comédia!

Mas você acabou acostumando com todas essas mudanças?!

Sim, eles amavam os brasileiros. Os estádios estavam sempre cheios! Foi legal! Foram 1 ano e 7 meses, quase morri na bomba de bali, depois disso eu não agüentei e vim embora... quase fomos pegos. Estávamos eu e mais seis brasileiros indo para a boate quando a bomba caiu. Foi horrível! Esse atentado, foi um ano, um mês e um dia depois do atentado às torre gêmeas

E quando voltou ao Brasil, tinha alguma proposta daqui?


Não! Mas estava precisando de férias! Vim descansar e caso não pintasse nada, voltava para lá. Fiquei três meses no Brasil e recebi uma proposta para a Índia. Aí voltei para a Ásia. Mas eu sabia que a Índia era bem mais tranqüila, que estava indo para um dos maiores times, que moraria bem, que tinham três brasileiros no time.

Quando você chegou lá, como foi? Ficou quanto tempo?

Fomos recepcionados no primeiro dia de treino por mais de 5ooo torcedores. O bom é que eu já falava inglês. Como eu não sou um zagueiro muito alto, tenho apenas 1,83, quando eles me viram, não me levaram muito a sério. Tive que recomeçar do zero. Mas graças a Deus, com a ajuda dos brasileiros lá, foi tudo mais fácil. No primeiro jogo eu fui muito bem. Substitui um zagueiro da seleção, desde então não saí mais do time e cai nas graças da torcida. Até hoje, torcedores de lá mandam recados para mim no orkut. Eles pedem para eu voltar, e isso não tem dinheiro que pague!!! Esse reconhecimento é muito bom! Lá em Calcutta o estádio tem capacidade para 120 mil pessoas. Na maioria dos jogos, sem ser um clássico, dá em media uns 40000 torcedores. Quando tem clássico chega a 90...100 mil...torcedores. O nome desse estádio é Salt Lake Stadium.

Como foi a emoção de jogar para um público tão grande assim? Você acredita que deve ser mais ou menos a mesma emoção que um jogador tem de jogar no Maracanã?

Acho que igual ao Maracanã deve ser impossível!! Mas foi uma emoção muuuuito boa! Nunca imaginei que o futebol na Índia fosse assim.Uma vez, eu sofri uma falta no ataque e os torcedores estavam calados, eu fui e pedi para que eles gritassem, para gritarem o nome do time, e eles se levantaram e começaram a chamar meu nome Lio...lio...lio... Foi demais!!! Você ser reconhecido fora do seu país é diferente. Lá, eu não podia sair nas ruas como aqui. Um gritava de um lado, outro vinha dar a mão...

E você gostou dessa parte da carreira? A fama?!

E quem não gosta??? Eu adorei! No meu primeiro clássico lá, eu fui eleito o melhor em campo... Tinham mais ou menos 88000 torcedores. Nós perdemos de 2 a 1. Acabou o jogo, fui agradecer a eles e eles gritavam meu nome. Foi emocionante! Acho que aquele dia vai ficar para sempre na minha memória! Quando acabou esse jogo, eu fui para o vestiário tomar banho, quando sai do estádio para entrar no ônibus, os torcedores tinham invadido a área do estacionamento. No começo fiquei com medo de sair, pois estavam misturados, mas como eles são passivos com a gente, pensei em passar por eles e entrar no ônibus. Quando comecei a andar no meio daquele povo todo, eles passavam a mão no meu rosto, na minha cabeça, ficavam querendo me tocar... Tanto os torcedores do meu time, como do adversário. Eu perguntava para o tradutor - o que eles estão falando????? E ele me disse...eles dizem que você tem que jogar para o time deles, pois você é muito bom! Acho que eu não dormi naquele dia. Meus filhos quando nascerem e meus sobrinhos quando crescerem irão escutar muito.

Mas por que você saiu de lá?!

Outra longa historia! Eu renovei com eles. Renovei bem, tanto que iria casar e tudo, mas um jogador “amigo” meu, me sacaneou! Eu tinha levado ele para a segunda divisão, contei para ele que tinha renovado e vim para o Brasil. Ele foi lá no clube e pediu metade do que eu tinha acertado e ficou no meu lugar...acredita? Mas se aconteceu é porque algo tinha, não era para eu ficar. Foi difícil entender na época, mas aconteceu! Ai voltei para o Brasil e acertei com o CFZ, time do Zico. Jogamos a terceira, fomos campeões. Renovei e joguei mais uma temporada.

E mesmo passando por decepções e dificuldades, você nunca se arrependeu de ter escolhido esse sonho, essa carreira, de jogador de futebol????

Nuncaaa! Te juro que pensei que era mais fácil. Mas eu cresci muito, aprendi muita coisa, fiz uma faculdade, que foi a faculdade da vida. Conheci novas culturas, pessoas diferentes, lugares também... Não trocaria por nada! Não me arrependo de nada!

E como está a sua carreira agora?

Depois do CFZ, fui disputar o campeonato paranaense da primeira, pelo Francisco Beltrão, de lá fui para Goiás disputar a série C pelo Luziania, da série C, fui jogar o goiano esse ano pelo Rioverdense. E agora estou treinando e esperando umas respostas que saem ainda esse mês e no seguinte, para saber se vou ficar aqui no Brasil ou se volto para fora. Estava certo de ir para o Kuwait em setembro, mas passou para dezembro... Vamos ver!

Quais são os sonhos que você ainda tem na sua carreira?!

Sonho ainda em jogar no flamengo. Sou flamenguista doente!

Como foi essa história de você já ter jogado com a seleção brasileira?!

Treinei com eles por 15 dias. Eu estava de férias em Teresópolis, e faltava um zagueiro na época, pois foi a primeira vez que o Felipão testava uma formação com três zagueiros. Eles queriam um jogador com experiência, e todos em Teresópolis me conhecem. Me chamaram e eu nem pensei. Fiz dupla com o Lucio na zaga. Foi bom demais! Com aquela atmosfera, me senti um deles!



*Fotos: Arquivo pessoal
** Para quem quiser saber um pouco mais sobre o jogador: www.leomonnerat.teresports.net

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Nos bastidores do treino...

O Botafogo que no início do campeonato brasileiro chegou a ficar na liderança com pontos de vantagem na frente do segundo colocado, hoje no final do segundo turno, encontra-se em oitavo lugar na tabela. Mas mesmo faltando apenas três rodadas, procura uma melhor classificação e não descarta a possibilidade (mesmo que improvável) de conquistar uma vaga na Libertadores.

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Zé Roberto em entrevista disse que acredita que o time não se acomodou em nenhum momento do campeonato, porque sempre foi um time que lutou muito. Ele sabe que os erros aconteceram, mas que o time sempre procurou aprender com todos os problemas. O jogador acredita que o Botafogo voltou a ser respeitado como um time grande, e comparou o time ao São Paulo. – O São Paulo ficou muitos anos sem ganhar títulos, mas nem por isso a torcida deixou de apoiar, nem deixou de ser respeitado e hoje está como líder e com o título do campeonato brasileiro.

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Um possível substituto para Zé Roberto, que no final do seu contrato com o Botafogo, vai jogar na Alemanha, pode ser o jogador Conca, que atualmente está jogando pelo Vasco da Gama.

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Cuca não descarta totalmente a chance de o Botafogo chegar à classificação para a Libertadores, apesar de ser improvável, matematicamente é possível, quem sabe se dá uma zebra e tudo muda?

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Mas caso isso não aconteça, Cuca está trabalhando para que o time ganhe os próximos três jogos, para acabar o campeonato em uma boa posição na tabela do brasileirão. Segundo o técnico, esse é um compromisso que eles tem com a torcida!

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Falando em torcida, no treino do Botafogo de ontem, uma pequena torcida estava presente, pedindo a permanência de Dodô no time. O jogador possivelmente irá jogar no Fluminense, mas segundo Cuca, até o final do brasileirão ele ainda é do Botafogo, e depois, Dodô e a diretoria do Botafogo é que vão decidir se ele vai ou fica!

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Juninho está treinando mesmo com o ombro machucado. O jogador no final dos treinos coloca uma bolsa de gelo no braço machucado, mas parece que mesmo assim irá jogar o próximo jogo, nesse final de semana.

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segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Futebol - Uma paixão nacional

Futebol é uma paixão! Alguém ainda duvida disso? É o esporte que mexe com a emoção, a adrenalina dos torcedores. Estar no estádio, envolvido por aquela atmosfera, ver a torcida dar show... não existe nada mais bonito! Mas ainda assim, tem gente que não imagina, não tem noção do tamanho da paixão de alguns torcedores por seus times.

Era um amistoso sem nenhuma importância, tanto que Fadel nem se lembra direito do adversário. Lembra-se vagamente de que o jogo terminou empatado. Fadel ia saindo do Maracanã, caminhando pelo estacionamento em busca do carro, quando o cumprimenta um senhor de meia-idade, cabelos grisalhos, pele curtida de cor indefinida, e com uma surrada camisa rubro-negra. Afável, sobretudo com torcedores do seu clube, Fadel responde ao cumprimento e ouve paciente o que o homem começa a lhe dizer: – "Seu Fadel, foi bom encontrar o senhor. O senhor é um homem importante, presidente do Flamengo, tem sua família, sua mulher, seus filhos, sua casa... Tem um carro bonito, tem os seus negócios... Eu queria fazer-lhe um pedido:" Fadel deixa a mão deslizar até o bolso, adivinhando o tipo de pedido que já ouvir. O torcedor continua: – "Seu Fadel, eu queria lhe pedir para o senhor cuidar muito bem do Flamengo. O senhor tem tudo na vida, mas eu só tenho uma coisa: O Flamengo. Por favor, cuide bem dele.”.

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Essa é apenas uma das muitas histórias que existem sobre torcedores e seus times de futebol. Mas por que falar tanto dessa paixão? Porque eu gostaria de saber se os jogadores dos grandes times do Brasil têm a noção da responsabilidade que eles têm ao entrar em campo. Não consigo entender essa má fase que um ou outro passam. Acho muito raro você assistir uma partida e ver muitos jogadores com garra, dando o devido valor à camisa que vestem. Por pior que seja o problema pelo qual o jogador está passando, se ele está em campo, é porque tem condições de jogar e se ele vai jogar, ele tem que pensar que está defendendo a única coisa que muitas pessoas têm na vida!

O Campeonato Brasileiro está chegando ao fim, depois de muitas surpresas, faltam poucas rodadas para o resultado final. Vamos torcer para que a má fase dos jogadores passe logo e que eles possam dar um verdadeiro espetáculo para todo o grande público que está lotando e vibrando nos estádios do Brasil.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Rapidinhas...


O São Paulo, que teve a confirmação da conquista do pentacampeonato brasileiro nesta quarta-feira. Resolveu “implicar” com o Flamengo, lançando dois modelos de camisa em comemoração ao título, mas com os dizeres na parte de trás da camisa – Penta Único – se a camisa vai gerar uma polêmica ou não, é só esperar para ver.


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Enquanto São Paulo confirma o Penta, o Flamengo sobe na tabela do brasileirão e agora os Flamenguistas, que antes viam o time perigando na zona de rebaixamento, hoje já sonham com a libertadores do ano que vem.

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Mesmo em minoria e com o time na zona de rebaixamento, a torcida do Corinthians esteve presente no Maracanã, no jogo contra o Flamengo, e não pararam de cantar nem um minuto, tentando empurrar o time para frente. Mesmo quando levou o segundo gol, que virou o jogo e que fechou o placar em 2 x 1, a torcida não deixou de cantar.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Sai, sai da frente! Sai que o Romário é chapa quente!

O blog Bela da Bola ficou um tempo de “férias”, mas agora voltou com a bola toda! A partir de agora, as atualizações serão mais freqüentes, com mais entrevistas, crônicas, comentários sobre jogos e sobre jogadores. Espero a visita de vocês todos os dias por aqui!

E para recomeçar...

Vasco X América do México, no São Januário. Na verdade, não quero falar exatamente sobre o Vasco, mas sobre um jogador em especial, o polêmico baixinho Romário. Com a demissão de Celso Roth, Eurico Miranda achou melhor “convocar” um jogador para ser o técnico no jogo de hoje.


Mas não foi um jogador qualquer. Romário sempre foi um grande craque em campo e hoje provou que pode vir a ser um excelente “professor”. Eu, sinceramente torço para que esse seja o futuro do baixinho. Porque jogadores como ele, nasceram para permanecer nos campos de futebol pelo resto da vida! E como a idade sempre chega e com ela o corpo cada vez pesa mais e fica mais limitado, nada como utilizar toda a experiência adquirida ao longo da carreira para orientar grandes times e novos jogadores.

É uma pena que seja uma experiência de um dia só. E uma pena também que o Vasco não tenha conseguido “balançar o capim no fundo da rede”(obrigada Silvio Luiz!) do goleirão Ochoa, mais 2 vezes para garantir a vitória. Mais bonito ainda teria sido se o próprio Romário, que entrou um pouco antes da metade do segundo tempo, tivesse feito um dos gols necessários.

A torcida do Vasco ferveu o São Januário e não parou de cantar nem um minuto, empurrando e incentivando o time! Bonito de ver! Depois de meses dormindo, o Vasco pareceu despertar e mesmo que não tenha conquistado a vitória, brilhou em campo e bateu um bolão!

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Falando em brilhar... Robinho hoje deixou os brasileiros orgulhosos com a sua atuação pelo Real Madrid! Que nos próximos jogos da seleção, principalmente no Morumbi (pelas eliminatórias da Copa do Mundo) os brasileiros possam conferir ao vivo essa belíssima atuação!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Um papo animado com Carlos Eboli

Hoje o Bela da Bola traz uma entrevista diferente! Dessa vez não é com um jogador de futebol, mas com uma pessoa que está sempre passando as informações do esporte para todos nós!

A entrevista é com o jornalista esportivo Carlos Eboli. Ele atualmente é âncora do programa CBN Esportes aos domingos e comentarista esportivo. Participa diariamente dos programas CBN Rio, apresentado por Sidney Rezende, e CBN Total, com Adalberto Piotto.

Eboli traz em sua bagagem uma experiência enorme no mundo dos esportes e conta grande parte delas para a gente nessa entrevista que está muito legal!

Ele já participou da cobertura de duas Olimpíadas (Sidney, em 2000, e Atenas, em 2004), duas Copas do Mundo (Japão/Coréia, em 2002, e Alemanha, em 2006) e dos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo em 2003.

Pela primeira vez um entrevistado do blog revelou o seu time do coração, o que não é comum, ainda mais um jornalista esportivo contar esse segredo!

Ficou curioso? Confira isso e muito mais!

Como foi que você decidiu que seria jornalista esportivo?

Sempre gostei de ouvir rádio. Quando ia aos jogos no Maracanã, como torcedor, não dispensava o radinho para acompanhar as transmissões e os comentários. Lembro de quando era moleque que me pegava sonhando em um dia estar lá no gramado, atrás do gol, narrando uma partida de futebol. Anos depois, isso veio a se realizar. A emoção de uma transmissão esportiva no rádio é única e isso sempre me encantou. Sempre pensei em fazer jornalismo e, hoje, consigo reunir as minhas duas paixões: Jornalismo e Esporte. Não comecei no esporte, mas, aos poucos, fui caminhando para este segmento.

Você já viveu muitos momentos marcantes no mundo dos esportes. De todos, qual te marcou mais?

Realmente, foram muitos. Fiz a cobertura da chegada, em Brasília, da seleção brasileira pentacampeã do mundo em 2002. Trabalhei no Brasil, naquela Copa e lembro de cada detalhe dos jogos. Tudo foi muito marcante. Também vibrei com a vitória de Felipe Massa no GP Brasil de Fórmula 1, em Interlagos, São Paulo. Presenciei vitórias incríveis do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, em 2003 e nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004. Me emocionei muito em Sidney, na Austrália, com a cobertura das Paraolimpíadas de 2000. Foi uma lição de vida fantástica. Isso sem falar dos inúmeros jogos decisivos em campeonatos brasileiros de futebol e estaduais. É muito difícil escolher uma coisa, mas acho que o que mais me marcou foi a vitória do Flamengo sobre o Vasco na decisão do campeonato Carioca de Futebol de 2001. Estava fazendo reportagem atrás do gol vascaíno e, por ser novo e inexperiente, quase misturei as emoções ao ver a bola entrando no gol do Vasco, na falta cobrada por Petkovic, nos minutos finais. O lance foi a poucos metros dos meus olhos e não sabia se narrava ou se vibrava. Para os que não sabem, sou flamenguista e aquilo mexeu muito comigo, mas serviu também como um belo teste de fogo. Graças a Deus, consegui controlar a emoção como torcedor e o profissional falou mais alto. Pelo menos, até hoje, ninguém veio reclamar comigo. Foi, sem dúvida alguma, um momento inesquecível e muito importante para a minha formação profissional. Hoje, o fato de ser flamenguista não altera em nada no meu comportamento profissional. Todos nós jornalistas temos que saber lidar com isso.

E sendo um jornalista esportivo, admirador de todos os esportes, por que você acha que o futebol é o mais popular de todos aqui no Brasil?! E para você, o futebol é o jogo mais emocionante?


O futebol é o esporte mais fácil de ser praticado. Não é preciso um grande investimento. Basta uma bola, que pode ser de meia, um pequeno espaço e quatro chinelos para marcar os gols. Não há nada mais popular. Além disso, é um esporte extremamente democrático. Pessoas de diferentes portes físicos podem jogar. E por ser o mais praticado, acaba sendo também o que gera mais exemplos de sucesso no aspecto profissional. Vira um espelho para os milhões de brasileiros que querem um futuro melhor. E é o mais emocionante, porque nem sempre o melhor ganha. Imprevistos acontecem com muita freqüência e isso encanta o torcedor.

Você se considera profissionalmente uma pessoa realizada?

Ainda não. Tenho muito o que aprender e evoluir na minha profissão. Não me trate como um velho. Sou garoto ainda. Ainda há muitos caminhos para serem percorridos.

Qual foi a maior alegria que você já viveu na sua profissão?


Ter feito a cobertura dos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004. Foi uma grande realização profissional.

Teve algum acontecimento no esporte que você gostaria de estar presente, mas não estava?

Em Copas do Mundo de Futebol. Ainda não fiz uma cobertura dessa no local do evento. Já trabalhei em 3 Copas (1998, 2002 e 2006), porém em todas da redação do Rio. Gostaria de, um dia, participar mais de perto deste evento.

Sendo um profissional de rádio, você já cometeu alguma gafe? Conta para a gente...

Muitas, mas não espalha. Na verdade, foi o ouvinte que ouviu errado. Não, estou brincando. Uma vez, fazia a maratona Internacional do Rio e, ao terminar a prova, fui cheio de vontade para entrevistar o vitorioso. O problema é que eu fui na direção do atleta errado e de cara perguntei (não lembro dos nomes): "Zequinha, qual a sensação de vencer uma prova como esta em casa?"
E ele rebateu: "Olha, estou muito orgulhoso da vitória do meu amigo Zequinha, porque eu sou o Francisco e fiquei em terceiro. Porém estou muito feliz também com o meu desempenho." É isso, falar mais o que. Acontece!!
Na Paraolimpíada de Sidney, perguntei para o judoca Antônio Tenório como ele via os adversários dele. Sem perder o rebolado, ele respondeu: "Não sei. Eu sou cego." Fiquei sem saber onde enfiar a cara e ele ria sem parar. É melhor eu parar por aqui.

E sobre o futebol, o que você achou da convocação de Dunga como técnico da seleção? E o que está achando do trabalho dele?

Acho ruim para a seleção brasileira ter um técnico iniciante. Ele é um estagiário e tem muito o que aprender. A seleção deve ser dirigida pelos melhores e mais experientes. Assim é um qualquer segmento profissional. É como se um estagiário chegasse numa empresa e, um mês depois, assumisse a direção executiva. Estão queimando etapas com o Dunga e isso é perigoso para o próprio treinador. A CBF está numa posição cômoda. O Ricardo Teixeira colocou um técnico que dificilmente irá contestar as suas decisões e se não for bem pode ser facilmente descartado. O trabalho dele vem sendo coerente e os resultados são bons, mas prefiro esperar pelo início das Eliminatórias em que as cobranças serão maiores.

Você concorda que qualquer jogador que mostra habilidade com a bola e antes mesmo de virar ídolo, já é contratado por um time lá de fora? O que você acha dessa falta de craques nos times brasileiros?!

É difícil competir com o mercado externo. É uma questão simples de economia. A Lei Pelé foi uma terrível incentivadora da atuação dos empresários. Eles ditam as regras e os clubes tentar se segurar como podem. Isso não apaga, é claro, a incompetência administrativa dos nossos clubes. A vantagem do Brasil é que o país tem uma capacidade muito grande de renovação, porém o problema é que os jogadores estão saindo cada vez mais jovens. Antes, saiam os craques consagrados. Depois, começaram a sair os jogadores que tinham jeito de craque e, agora, saem os projetos de craque. Está complicado e o maior prejudicado é o campeonato Brasileiro que fica com os jogadores medianos, ou com aqueles que não deram certo no exterior. Pobre do torcedor que nunca vê ao vivo os grandes craques brasileiros. Até a seleção já se mudou para a Europa.

O que você gostaria de ver no futebol brasileiro, que você acredita que ainda está faltando?

Mais talento ofensivo. O São Paulo tem todos os méritos por estar fazendo um grande campeonato, mas é um time que representa a dura realidade de um futebol em que a defesa fala mais alto que o ataque. É uma inversão de ordens num país que sempre se notabilizou como um criador de grandes atacantes. Gostaria de ver mais gols. Não temos artilheiros.

Deixa um recado para todos que freqüentam o blog e que admiram o seu trabalho!

Não gosto muito dessa história de mandar recado ou dar conselhos, mas o importante é fazer o que gosta, sem nunca esquecer da ética e sempre lembrando que o seu direito acaba quando começa o do outro. Errar não é vergonha. Vergonha é não saber corrigir o erro. O jornalismo precisa de bons profissionais.
Um grande abraço!!!!

* fotos: divulgação
** para quem quiser conferir o blog do Eboli: http://www.carloseduardoeboli.globolog.com.br/

domingo, 16 de setembro de 2007

Edinho

O campeonato alemão acabou de começar e em meio aos 18 times que participam do campeonato, o Bela da Bola foi conversar com o meio de campo do Energie Cottbus, Edinho. Para quem não se lembra, Edinho já passou pelo futebol de salão do Vasco, Botafogo e Fluminense e pelo Flamengo, ele jogou futebol de campo.

Muito simpático, o jogador conversou direto da Alemanha com o Bela da Bola e contou sobre sua carreira e sobre o que ele ainda deseja conquistar como jogador de futebol! Além disso, depois de passar pelos grandes do Rio, quis saber qual é o seu time do coração. Será que ele revelou?

Confira a entrevista!





Com quantos anos você começou a jogar bola?!

Com cinco anos. Comecei jogando futebol de salão. Com 10 anos eu jogava futebol de salão e de campo e com 16, eu passei a jogar só campo porque não dava mais para conciliar os dois.

Mas você começou jogando com cinco anos em que clube?

No fluminense. Depois joguei no Vasco e no Botafogo. E aí passei a jogar no futebol de campo do Flamengo.

E ficou até que idade no Flamengo?

Até os 20 anos. Depois joguei na Bulgária, e agora estou aqui na Alemanha.

Agora conta para a gente como foi a emoção de jogar no Maracanã pelo Flamengo?

Foi uma emoção muito grande!! Na primeira vez que eu joguei lá, embora tenha sido pelo juniores, eu fiz um gol, então foi melhor ainda! A torcida do flamengo faz o coração bater muito mais forte quando se está dentro do campo.

E como surgiu a oportunidade de você ir jogar no exterior?

Um grupo de empresários da Alemanha me viu jogando e a partir dai começaram as propostas sobre eu ir jogar no exterior. E desde novinho eu sempre tive o sonho de ir jogar na Europa.

Nesse um ano que você está na Europa, acha que está valendo a pena?

Com certeza! Estou mais adaptado ao futebol europeu agora. Depois de estar jogando na Europa, tive algumas propostas de clubes brasileiros, mas preferi continuar por aqui.

E agora, quais são os seus planos para a sua carreira? Quais são os seus sonhos?

Despontar em um grande clube europeu.

Jogando ai você acredita que a chance é maior?!

Claro! A Alemanha é uma das grandes potências do futebol mundial. A visibilidade aqui é muito grande! O jogador que se destaca aqui abre muitas portas para sua carreira!

Quando você chegou na Europa, qual foi a principal diferença que sentiu em relação ao Brasil?

A organização e estrutura dos clubes.

E o que você acha que falta para o Brasil conseguir se estruturar como os clubes europeus?

Eu acredito que é um problema que vem lá de trás e que foi acumulando com o passar do tempo. Fica mais complicado resolver agora. A organização e competência dos dirigentes já seria um grande passo.

Hoje, você não aceitaria a proposta para vir jogar de nenhum time no Brasil?!
Ou existe algum time que seria uma proposta irrecusável?


Nunca digo que não aceitaria de nenhum time. Mas no momento não penso em jogar no Brasil. Tenho vontade de voltar um dia, mas não acho que agora seria um momento adequado pra essa volta.

E você ama a sua profissão?!

Muito!! Sempre foi o meu sonho e agradeço a Deus todos os dias por isso.

Se não existisse a profissão de jogador de futebol, você teria vontade de fazer o que?

Fiz seis períodos de faculdade de publicidade, mas tive que trancar porque vim para a Europa. Se ainda estivesse no Brasil, eu estaria formado. Então, se não existisse a profissão de jogador de futebol, eu seria publicitário.

E para terminar, você tem um time do coração aqui no Brasil?!

Todos os times que eu joguei, tenho um pouquinho no meu coração!

Mas você jogou nos quatro grandes do Rio!!! Você nunca torceu de verdade para nenhum?
Ou você deixa isso em segredo e não conta para ninguem?


Comecei a jogar muito novo. Fui aprendendo que tenho que gostar do time que eu estou defendendo no momento!


Confira o video do jogador!

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Ibson

Depois da vitória do Flamengo no jogo de hoje contra o Figueirense, nada melhor do que colocar no blog uma entrevista com o autor de um dos gols, na goleada de 4 x 1, no Maracanã!

O Bela da Bola conversou com o jogador Ibson, que contou sobre sua carreira e sobre a atual situação do Flamengo, no brasileirão.

Confira a entrevista!

Com quantos anos você começou a jogar bola?

Com cinco anos

O como foi que você decidiu que queria entrar no mundo do futebol?

Meu pai tentou fazer com que eu gostasse de todos os outros esportes , mas eu não gostava e só queria saber de bola, de futebol. Por isso, meu pai me colocou na escolinha do Clube Mauá, em São Gonçalo, com cinco anos. Depois, fui para o Flamengo com nove anos

Seu pai era olheiro do Flamengo. Isso te atrapalhou alguma vez, quando você começou? De algumas pessoas acharem que você estava lá só por causa do seu pai?


Sim e muito! Posso dizer hoje que se não fosse a minha família, eu não seria o que sou hoje! Agradeço primeiramente a Deus e depois a minha família, por todo o apoio. Essas pessoas que pensavam tais coisas, eram pessoas que talvez queriam atingir o meu pai e como não conseguiam, vinham para cima de mim. Mas graças a Deus deu tudo certo!

E hoje, quem é o seu ídolo no futebol?

Bebeto. Porque quando eu comecei, eu era ponta direita, assim como ele. Admiro muito o Bebeto! E graças a Deus tive o prazer de conhece-lo.

Existe algum time que você não jogaria de maneira nenhuma?!

Não

Qual foi o jogo mais marcante de toda a sua carreira?

Acho que foi o jogo da semi-final da Copa do Brasil em 2004, no Maracanã, contra o Vitória, que eu fiz um gol.

Quais são os sonhos que você ainda pretende realizar na sua carreira?

Eu já realizei o que eu queria, graças a Deus. Os sonhos eram de chegar ao profissional do Flamengo e o de jogar na Europa também.

Como foi a experiência de jogar na Europa?!

Foi uma experiência boa , onde consegui alguns títulos e joguei a liga dos campeões.

E qual é a sensação de estar jogando novamente no clube que te revelou?

Sensação muito boa! Como essa torcida não tem igual. É sempre maravilhoso!

O que é que você mais gosta nessa sua profissão?

É jogar futebol, entrar nos estádios e ver tudo lotado!

E como é a emoção de chegar no maracanã e ver aquele estádio lotado, mesmo com a fase ruim do time?

É inexplicável, fico muito emocionado! Chego até a ficar arrepiado, porque como essa torcida não tem igual no mundo!

Na sua visão de jogador, o que é que está faltando para o Flamengo sair dessa situação nesse brasileirão?

Acho que é uma seqüência com a mesma equipe, nós ainda não repetimos a mesma equipe.

E você acredita que ainda dá para o Flamengo se recuperar?

Claro que sim! Nós temos um bom elenco.

Deixa um recado para todos os flamenguistas que acessam o Bela da Bola!

Quero pedir a vocês que continuem nos apoiando, porque nós ainda vamos dar muitas alegrias a essa torcida maravilhosa!

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Ah... é Edmundo!!!!!


Os homens são engraçados! A grande maioria tem verdadeira adoração por um time, mas não por um craque. Enquanto o cara joga no seu time do coração, ele é ídolo. Se vai embora, ele vira pereba, perna-de-pau, em um instante!

O que muda no futebol do jogador? Só a camisa! Mas isso não importa. A torcida do seu ex-clube pode até vaiar aquele que há poucos dias foi aplaudido e teve seu nome gritado em um estádio gigantesco. Mas agora, quem aplaude é a torcida do seu novo time, aquela mesma que antes vaiava!

Eu não gosto muito disso, nem desse vai-e-vem de jogadores, que ficam dando voltas por todos os times. Acho tão sem graça, ver no meu time, jogadores que já passaram pelos outros grandes clubes do Rio e por tantos outros mais. Eles não tem a cara do meu time e por isso não são meus ídolos!

Ídolo para mim é Edmundo. Ah... é Edmundo!!! Como ele poderia ser Flamenguista e não vascaíno. Adoro ver o Palmeiras enfrentando o Vasco, só para ver a indecisão de Edmundo na hora de chutar a bola para tentar balançar a rede do seu time do coração e marcar ponto para o time em que está jogando.

Tem que ter muita coragem e muita personalidade para chutar a bola para fora, quando está de cara com o goleiro! Mas é tão legal ver os torcedores do Vasco gritarem... Ah... é Edmundo! Mesmo ele vestido com a camisa do Palmeiras!

Gosto de ver craque que ama um time, uma torcida! Claro que tem que ser profissional, mas é muito legal ver que muitos jogadores além de ter amor à profissão, têm amor a um clube!

Zico e Junior, eternos ídolos do Flamengo... Já é raro ver jogadores tão fiéis como vocês!

Por isso, volto a repetir... Ah... é Edmundo!!!! E ah... que pena que você não é flamenguista!!!!!

domingo, 12 de agosto de 2007

Bola no pé e pé na estrada!

Jogar no exterior é o sonho de grande parte dos jogadores de futebol. Tanto pela estrutura quanto pelo salário que os times estrangeiros oferecem, as propostas são sempre tentadoras.

O jogador Lenny, começou no futebol com sete anos de idade, logo apareceu a oportunidade de ir para o Fluminense e foi lá que ele ficou até o início desse ano. Hoje, Lenny faz parte da equipe do Sporting Braga, em Portugal.

Com certeza, Lenny deixou saudades aqui no Brasil. Tanto para alguns torcedores tricolores, quanta para todas as fãs que conquistou com seu estilo de jogar e de entrar em campo.

Nessa pequena entrevista, Lenny fala sobre a mudança para Portugal e sobre as coisas que mais tem saudades aqui no Brasil.

Confira a entrevista!




Como surgiu a oportunidade para você jogar no exterior? E por que decidiu ir para Portugal?


Eu tinha algumas propostas de alguns clubes grandes do Brasil e duas propostas da Europa. Só que gostei muito da estrutura do clube do Braga, e do projeto que eles haviam me apresentado. E Portugal é um ótimo começo na Europa, o time também está na UEFA. Eu estou muito bem aqui, gostando muito.

Com toda essa mudança, você tem algum medo?

Não tenho nenhum medo. Minha família está aqui comigo. Gosto de desafios, e esse começo está sendo muito bom! Tudo está dando certo e eu estou muito confiante.

Foi a realização de um sonho ir jogar na Europa?

Todo jogador sonha em jogar na Europa e aqui a estrutura é maravilhosa! As portas se abrem com mais facilidade eu estando aqui, do que ai no Brasil. Fora a experiência que se adquire.

E quais são seus próximos sonhos?

Não é sonho e sim meta. Me firmar aqui, aproveitando esse novo começo que estou tendo.

Como está sendo você passar por essa mudança, de ir jogar em um outro país, tão novo?

Tive altos e baixos, e aprendi a viver esses momentos muito novo. Com isso adquiri uma bagagem que mesmo eu vindo muito novo pra cá, não sinto tanto as pressões, a mudança em si e com isso se consegue mais rápido a adaptação em um mundo diferente e novo.

E do que você mais sente falta daqui do Brasil?

Do clima bom que é o dai, do meu país que eu já estou acostumado, da comida, dos amigos, dos familiares que ficaram e de não poder em 20, 30 minutos ir na casa de um ou de outro.

sábado, 4 de agosto de 2007

Não é só de "campo" que é feito o futebol!

O PAN acabou! Mas foi uma competição que, com certeza, vai ficar marcada na memória de muitos brasileiros. Não só dos atletas, mas de todos aqueles que trabalharam, assistiram, ou respiraram durante essas semanas os ares dos esportes.

Muito se falou sobre a organização, violência e obras. Mas no final, deu tudo certo! O espírito esportivo esteve presente o tempo inteiro e o Rio de Janeiro foi um lugar onde todos puderam competir, torcer e se divertir da melhor maneira possível!

E torcer pelo ouro, pode ter inspirado nossos atletas, que conquistaram muitas medalhas! O futebol de salão, por exemplo, foi um dos esportes que garantiu o ouro para o Brasil. Eles jogaram com raça e mandaram ver em todos os jogos!

Hoje, no Bela da Bola, temos uma entrevista com o Neto. Jogador de futebol de salão, que já tem seu currículo repleto de títulos, ajudou a equipe brasileira a conquistar a medalha, mas acabou se machucando no meio da competição, ficando de fora da semi-final e da final.

Atualmente, Neto joga no Interviu Fadesa, na Espanha, e está na Seleção Brasileira desde 2001. Ele, que é um dos grandes nomes do futsal brasileiro atual, contou um pouco sobre o PAN, sobre sua carreira e sobre seus sonhos.
Confira a entrevista!


Com quantos anos você começou a jogar bola?

Comecei a jogar com 5 anos de idade.

E quantos anos tem agora?

Agora estou com 25 anos

Você sempre gostou de jogar futebol de salão, ou em algum momento pensou em jogar futebol de campo?

Como toda criança, iniciamos no futebol de salão e algum dia pensamos em ser jogador de futebol de campo. Por causa da mídia e tudo que envolve. Mas com o tempo, conforme as coisas vão se esclarecendo, optei ficar no futebol de salão. Descobri que era aquilo mesmo que eu sentia prazer e gostava de fazer.

E o PAN? O que você achou do PAN aqui no Brasil?? Como atleta, como você viu a organização dos jogos?

Foi uma organização muito boa ! Ninguém acreditava que poderia sair daquele jeito. Não temos nada a reclamar, pois saiu tudo como planejado e eles estão de parabéns!

Como que é a cobertura da imprensa na Europa para o futebol de salão? Você que já jogou no Brasil e que agora joga na Espanha, sente diferença na cobertura?

A cobertura é maior do que aqui no Brasil. Todos os jornais da Espanha lançam noticias diárias do futebol de salão.

E qual é o seu maior sonho agora no futsal? Tem algum que você ainda não tenha realizado? Porque os jogadores de campo sempre dizem que o sonho é jogar no exterior e na seleção, e você já fez os dois. Já se sente completamente realizado?

Ainda não. Com certeza quero ganhar o maior número de títulos possíveis, e um deles em especial, que é o MUNDIAL DE SELEÇÕES, que nós perdemos em 2004 para a Espanha.

Você já se arrependeu alguma vez de ter escolhido a profissão de jogador de futebol?

Nunca, pois foi isso que sempre sonhei e em momento algum me arrependo de nada.

E o que você mais ama nessa profissão?

Amo esse gosto de desafios e de sempre poder conquistar algo a cada campeonato.

Existe alguma coisa que você não gosta?

Talvez a falta de respeito com alguns atletas que ocorre em alguns momentos.

Como assim?

Eu gostaria de ver o respeito na hora que o atleta está tendo uma fase ruim e não mandarem ele embora por isso.

E o que você acha que ainda precisa melhorar no futebol de salão aqui no Brasil?

São várias coisas necessárias. Mais mídia, patrocínios, pois com isso conseguiria os melhores atletas pra fazer sempre equipes competitivas, respeito de contrato, mais ou menos isso e estaria perfeito!

Você tem vontade de voltar a jogar no Brasil?

Vontade eu tenho, pois amo meu país! Mas no momento estou muito feliz lá na Espanha.

Gostaria de te dar os parabéns pela conquista da medalha de ouro agora no PAN, por todo o seu trabalho e títulos. E para terminar, gostaria de saber qual conselho você daria para toda essa meninada que está começando, ou que sonha em jogar bola.

Que busquem sempre seus sonhos e que os pais sejam os principais apoiadores, pois são eles que na época ruim podem ajudar e dar carinho sempre. Bola pra frente que esse é um esporte maravilhoso de jogar e não desistam nunca!

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Os passos do jogador

O Brasil é o país do futebol e a paixão dos meninos por esse esporte é enorme. Desde muito novos, a maioria dos jovens coloca na cabeça que quer jogar bola e é muito comum os pais alimentarem esse sonho. Encontram-se facilmente meninos começando a jogar com cinco anos de idade. E quando eles chutam a bola, é sempre uma euforia, os pais torcem, gritam, pedem falta, tudo como se fosse um jogo profissional.
E foi assim que começou a carreira de alguns dos jovens que conseguiram entrar no tão sonhado mundo do futebol. O meia-esquerdo Madisson Souza, 19 anos, emprestado pelo Fluminense para o time profissional do Clube de Regatas Brasil, começou a gostar de jogar bola desde cedo. Foi na escolinha de futebol da sua cidade, em Pedro Canário, ES, que surgiu uma oportunidade. “Todo ano tem um torneio no Espírito Santo, a Copa Gazetinha, com 13 anos eu participei e um olheiro me convidou para jogar no Flu”, conta o jogador que saiu com apenas 13 anos de sua cidade e veio para o Rio morar sozinho no alojamento do Fluminense.
Conheça um pouco a história do jogador e tudo o que ele pensa sobre esse disputado mundo do futebol.

Antes de vir para o Rio você morava no Espírito Santo. Quando veio, jogou um tempão no Fluminense, depois foi para o profissional do Cabofriense e agora está em Maceió. Como é para você, sendo tão novo, ter que ficar se mudando direto? Você considera muito difícil a vida de um jogador de futebol?

Eu não esperava isso não! Para mim, eu iria subir logo para o profissional do FLU. Mas é um pouco difícil mesmo, eu tão novo, ter mudado de estado. Mas coloquei para mim que futebol é assim mesmo, às vezes você tem que dar um passo para trás, para depois dar três para frente. E finalizando, eu não acho futebol difícil não! Você tem é que estar na hora certa e no momento certo, ai tudo acontece.

Mas você já se arrependeu alguma vez de ter escolhido o futebol como profissão?

Vou te confessar que se eu pudesse voltar atrás, não escolheria o futebol como profissão não. É muita falsidade e inveja também.

Mas já aconteceu alguma coisa negativa com você para não fazer novamente?

Sim. Já aconteceu comigo e tenho exemplos de amigos também!!

Você pode contar o que já aconteceu com você?

Ah... várias vezes me prometeram que eu iria subir para o profissional do Fluminense e nada disso aconteceu!

E você fica muito triste por não estar no profissional do FLU? Você acha que jogar no CRB não pode render alguma coisa boa para você também como profissional?

No começo sim. Logo quando fui pra o cabofriense bateu uma tristeza, porque cheguei ao FLU com 13 anos. A minha infância foi toda lá. Sempre tinha aquele pensamento de subir, como os outros meninos também têm. Mas hoje penso diferente, ainda tenho contrato com o FLU e com certeza ainda vou jogar lá. E jogando no clube que estou no momento, tenho mais chances ainda, porque vou pegar mais experiência, rodagem, e ai é bem melhor.

Se você não fosse jogador de futebol, qual outra profissão acha que escolheria?

Agora no momento seria difícil te falar. Porque agora que estou de vez no futebol, só respiro isso (risos), mas acho que faria educação física.

Sendo jogador, tendo todas as obrigações que você tem e se mudando como você teve que se mudar, de um estado para outro, como é que fica a vida pessoal? O namoro, os amigos e a família?

Deixei grandes amigos no Rio, que foi onde tudo começou. Tenho saudades, é claro! A minha namorada também é do Rio. Mas acima de tudo isso, tenho sonhos e metas e sou muito focado naquilo que quero. Não é a saudade que vai me abater. Tenho muita força de vontade e supero isso muito fácil.

E quais são os seus sonhos?

Minha grande meta é me firmar como jogador profissional de um time grande e em seqüência, a seleção brasileira e depois jogar na Europa.

Por que você acha que todos os jogadores tem o sonho de jogar na Europa? Além do salário (que lá é muito mais alto) o que falta nos clubes brasileiros?

Porque aqui no Brasil são poucos os que se realizam profissionalmente. Ai aparecem essas propostas milionárias do exterior e o atleta não tem como recusar. Porque lá ele vai se estabilizar profissionalmente. Não vejo soluções para os clubes brasileiros, até porque o dinheiro sempre fala mais alto.

Mas você acha que nunca vai ter um jeito dos clubes conseguirem manter os bons jogadores aqui?

Tentar eles até tentam, mas foi como te falei, os valores são muitos altos. Além disso, vai beneficiar o clube e o jogador. Dessa forma é bem difícil segurar os bons!!

Qual é o seu maior medo nessa profissão?

Medo nenhum! Às vezes penso que se não der certo o que vou fazer? Mas confio em mim e tenho muita fé em Deus que tudo vai terminar bem.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Craque o Flamengo faz em casa!

O Flamengo não está bem nesse brasileirão, mas a confiança da torcida nos jogadores e no time continua. Ainda faltam muitos jogos e tudo pode acontecer! No meio de toda essa crise que o time vem enfrentando, conversei com o jogador Paulo Sérgio (Dindo).

O jogador que começou a carreira com cinco anos de idade, no time de futebol de salão do Fluminense, hoje com apenas 18 já está tendo o seu lugar ao sol. Paulo Sérgio só teve uma pequena passagem pelo time de juniores do Flamengo, pois logo teve a chance de estrear no profissional e daí por diante ele vem se destacando. Seu primeiro gol como profissional, foi no clássico contra o Botafogo. É... Será que ele veio para arrebentar?!

Além de contar sobre sua carreira, e de falar um pouquinho sobre futebol, o jogador deixa um recado para a torcida do Flamengo. Confira no final da entrevista!


Como pintou a oportunidade para você subir para o profissional do Flamengo?

Tive uma passagem rápida pelos juniores, onde fiquei por apenas quatro meses. Obtive um excelente desempenho e com isso, consegui a oportunidade de ter uma chance entre a equipe profissional. Fiz uma ótima estréia e estou tendo a felicidade de continuar lá e não descer mais.

Como foi a sua estréia no Flamengo como profissional?

Foi no jogo contra o Friburguense, pela Taça Guanabara, onde eles decidiram jogar com o time reserva e acabaram me levando e me dando uma oportunidade.

E como está sendo para você estar no time profissional com apenas 18 anos? É muita cobrança? Muita pressão?

Posso te dizer que é uma felicidade enorme estar representando o clube do Flamengo, onde tem uma grande vitrine. Também posso dizer que esse lance de cobrança e muita pressão é normal. De certa forma, essa cobrança por um lado é até gostosa, pois isso só aumenta nossas responsabilidades e nos deixa mais responsável diante do trabalho. Até porque sabemos que a torcida do Flamengo é a maior que tem, e acima de tudo é ''Linda'' demais. É uma torcida que nos apóia o tempo todo e quando o resultado não vem, é normal a cobrança.

Como foi a emoção de jogar pela primeira vez, pelo time profissional do flamengo no Maracanã?

Foi uma emoção que milhares de pessoas queriam ter e eu acabei conseguindo realizar, através de muito trabalho e esforço. Realmente é uma emoção que não tem dinheiro que compre.

Foi a realização de um sonho?

E como foooooooooi. É uma coisa na minha vida que eu nunca irei esquecer!

E qual é o próximo sonho que você deseja realizar?

O meu sonho agora é fazer uma boa história e deixar marcas no clube do Flamengo. E o outro, é depois colocar a camisa amarelinha da seleção.

Quem é o seu ídolo no futebol?

Na vida é o meu pai, mas no futebol admiro o Cristiano Ronaldo.

Se você pudesse escolher qualquer jogador, de todos os tempos, para jogar ao seu lado no Flamengo, quem seria ele?

Pra mim não faz tanta diferença. Claro que é sempre bom jogar ao lado de um jogador inteligente, mas queria mesmo era jogar com o meu ídolo.

Como você joga futebol desde os cinco anos, durante todo esse tempo alguma vez você já se arrependeu, ou pensou em desistir dessa carreira?


Nuncaaaaaaaaaaaaaa! Futebol é a minha vida! Jogo porque eu AMO fazer isso!

E hoje, sendo um jogador profissional, conta pra gente: dá para ter um time do coração ou, para um jogador, não existe isso?

Existe sim. O meu time do coração é o Flamengo!

Mas e se por um acaso, um outro clube te contratar? O Flamengo vai continuar sendo sempre o seu time do coração?

Com certeza !

Qual é a maior vantagem de ser um jogador de futebol? E quais são as desvantagens?

Isso é relativo. Você sendo jogador, todos te reconhecem através de seu trabalho. Com isso, tem coisas que acabam te ajudando e também você tem menos gastos (risos).
Já desvantagem, é que às vezes você acaba não tendo muito sossego onde chega. Mas eu gosto de tudo que está acontecendo. Adoro ver que meu trabalho está sendo reconhecido, enfim só penso em treinar bastante e crescer na vida profissional.

Mas me conta isso de menos gastos (risos).

Você sabe que quando é reconhecido, vai em alguns lugares e acaba não gastando nada! (risos)

Deixa um recado para todos os torcedores do Flamengo que freqüentam o Bela da Bola!

Agradeço a todos pelo carinho que vocês tem tido por mim! Podem esperar que a gente vai reverter tudo o que está acontecendo. Iremos sair dessa zona de rebaixamento em breve. Contamos com a torcida de todos vocês. Um abraço a todos!!

terça-feira, 10 de julho de 2007

As Sete maravilhas do futebol!!!

Aproveitando que todo mundo está falando das sete maravilhas do mundo e também aproveitando a declaração de Cristiano Ronaldo, do Manchester, onde ele acredita estar entre essas sete maravilhas, resolvi fazer uma lista com as sete maravilhas do mundo do futebol. Vários aspectos estão sendo levados em conta, e serão explicados.

Os feios que me perdoem, mas beleza é fundamental (rs)!



- Em primeiro lugar fica o português Cristiano Ronaldo. O jogador do Manchester, além de arrancar suspiros das mulheres que assistem futebol, bate um bolão! Seus dribles e firulas são ótimas para assistir e deixa o futebol com muito mais graça e bom de ver.

- Em segundo, fica o jogador inglês David Beckham. Ele prova que os rostinhos bonitos não devem ficar apenas no cinema e na televisão. Além de um belo corpo, um lindo sorriso e um rosto perfeito, o bonitão joga muito bem e faz bem aos olhos de todos que gostam de futebol.

- No terceiro lugar nada mais justo do que colocar o argentino Saja. Goleiro do grêmio, além de fazer belas defesas, possui um rosto que não fica atrás dos dois primeiros colocados.

- Em quarto, fica o jogador Roque Santa Cruz. Quem não se encanta com o belo rosto do jogador paraguaio? O charme rola solto dentro e fora do campo.

- No quinto lugar, o brasileiro Kaká. Apesar de ser considerado por muitos (ou seria -muitas mulheres?) como o melhor jogador e o mais bonito do mundo, preferi coloca-lo em quinto. Mesmo achando Kaká uma graça, os outros preenchem mais atributos.

- Em sexto, fico com Thierry Henry, o moreno francês é uma graça e além de ter um corpão, joga futebol maravilhosamente bem! É bonito de ver!

- E por último, mas não menos importante, fica Diego. Com todo o charme de seus pequenos olhos, Diego não erra na hora de chutar a bola para o gol e por isso, não poderia deixar de entrar na lista.

Essa brincadeira é uma forma de homenagear o Cristo, e a todos nós brasileiros, por termos conseguido fazer com que o Cristo Redentor ficasse entre as sete maravilhas do mundo. E uma forma também de conferir e mostrar algumas das belezas do mundo do futebol.

Para as mulheres que não vêem graça no esporte, é uma forma de começar a se interessar, porque além de técnica, essas sete maravilhas, possuem uma beleza irresistível.

Quem você colocaria nessa lista das Sete Maravilhas do futebol?

quarta-feira, 4 de julho de 2007

A cegonha e a bola

Hoje tem mais um jogo do Brasil pela Copa América. Depois do último, contra o Chile, devo confessar que a esperança voltou. Robinho fez com que pudessemos acreditar novamente que vamos chegar lá! Autor dos três gols, o jogador,em suas comemorações homenageou sua mulher e o filhinho que ela ainda carrega na barriga.

Não é de hoje que essas comemorações e verdadeiras declarações de amor são feitas durante jogos importantes. Quem não se lembra de Bebeto? Que durante a Copa do Mundo estava louco para fazer um gol para poder fazer uma homenagem ao seu filho que ia nascer. Quando conseguiu colocar a bola no fundo da rede, fez como se estivesse embalando um neném, ganhando a companhia de Romário e Mazinho. É... inesquecível e emocionante, principalmente porque com esse gol, Bebeto ajudou o Brasil a passar para a fase seguinte, no ano em que fomos tetra-campeões!

Então, pensando no último jogo e relembrando vários outros do passados, fiz um desejo – Que todas as mulheres, de todos os jogadores estejam grávidas na próxima Copa do Mundo – Já que o amor pela camisa amarelinha não é mais suficiente, que o amor por uma vida que está chegando possa inspirar e fazer com que todos eles queiram deixar suas comemorações registradas como uma homenagem para seus filhos que estão nascendo.

No jogo de hoje, contra o Equador, espero que Robinho queira fazer mais uma homenagem, espero que aquelas três tenham sido apenas o começo. E não posso terminar sem agradecer a todas essas mulheres e nenéns, que estimulam nossos jogadores a serem campeões! E vamos lá Robinho... seu filhinho quer mais!

Vamos torcer para que todos os equatorianos sejam solteiros! Que venha o jogo! Sorte para todos nós!

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Zagueiro artilheiro?




Na véspera da estréia do Engenhão, em que Botafogo e Fluminense irão se enfrentar pelo brasileirão, conversei com um zagueiro que é bom de falta! Juninho, mesmo jogando nessa posição, é o terceiro na artilharia do campeonato. E a competição só está no começo, será que teremos no final um zagueiro como artilheiro?

Muito simpático, o jogador contou um pouquinho sobre a sua vida, sua carreira e sobre a profissão de jogador de futebol. Confira a entrevista!



Se não existisse a profissão de jogador de futebol, qual outra profissão você gostaria de ter?

Gosto muito de tênis! Acho um esporte fantástico e me dedicaria a ele!

Mas você sabe jogar?

Não, só de brincadeira mesmo. (risos)

E nos tempos de garoto, você se achava um craque, ou um perna de pau?

Nunca me achei um craque, mas todo mundo falava que eu levava jeito! Sempre tive muita vontade de jogar futebol, me dediquei muito e graças a Deus deu certo.

Desde quantos anos você joga bola?

Eu cheguei no time do Curitiba aos 18, mas sempre joguei em campeonato amador de lá de Curitiba.

Tem alguma situação na sua carreira que você considera inesquecível?

Todos os títulos que conquistamos, são sempre inesquecíveis. Conquistei um título invicto no Curitiba, 14 jogos sem perder e com isso fomos bicampeões paranaenses. Isso foi uma coisa que aconteceu, que vai ficar marcado para sempre!

E como é ser ídolo em um time, como o Botafogo, onde já passaram por lá Garrincha, Nilton Santos e outras grandes lendas do futebol?

Isso para mim é um motivo de orgulho. Procuro trabalhar muito forte, para poder corresponder em cada jogo ao apoio que os torcedores dão. É muito importante ver a galera gritando o nosso nome, ter reconhecimento. Dessa forma é muito importante continuarmos trabalhando, tendo sempre humildade, que com certeza vamos longe!

Qual é o grande sonho que você tem na sua carreira?

A seleção. Meu maior sonho é ir para a seleção e me firmar lá. Disputar uma Copa do Mundo acredito que seria o auge da carreira de qualquer jogador.

Em algum momento da sua vida, você se arrependeu de ter escolhido essa profissão?

Não, em nenhum momento. O futebol é uma coisa que eu amo fazer! Faço com o maior prazer do mundo. Me dedico, me preparo, sou profissional nisso e eu almejo coisas grandes na minha vida, nunca me arrependi.

Se você pudesse escolher alguém para jogar ao seu lado no Botafogo, qual jogador escolheria?

Garrincha. Ele é um cara que fez história no futebol brasileiro, aqui no Botafogo, acredito que ia ser muito legal jogar com ele.

Você acha que a arte de jogar futebol é um dom, ou qualquer um que treinar pode fazer?

Acho que futebol é um dom. Claro que você se aprimora muito com os treinamentos, mas isso tem que já nascer dentro da pessoa, tem que ter essa vontade acima de tudo, porque aí sim dá certo!

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Botafogo é lider do brasileirão!


É... o Botafogo está mandando ver nesse brasileirão. Ocupando a primeira posição, parece não querer deixar ninguém se aproximar. Já soma 17 pontos na tabela, quatro a mais que o seu vice líder o Paraná.

Diante dessa excelente campanha, não pude deixar de ir conversar com alguns dos jogadores, para poder conhecer um pouco mais sobre a história de vida e os sonhos desses novos craques do Botafogo, que vêm incendiando o campeonato.

O primeiro a conversar com o Bela da Bola, é o jogador Túlio. Com seus 31 anos, ele não sonha mais em jogar na seleção brasileira, mas garante que tem como meta a conquista desse campeonato.

Se a profissão de jogador de futebol não existisse, qual profissão escolheria para você?

Sempre tive o sonho de fazer medicina, mas quando eu acabei o segundo grau, estava com 17 anos e subindo para o profissional, aí eu vi que seria difícil conciliar. Cheguei a começar a fazer educação física, mas que também foi difícil conseguir conciliar, quanto mais medicina, seria impossível. Mas eu ainda pretendo fazer um dia.

Tem alguma situação que você tenha passado na sua carreira que tenha sido inesquecível?

Túlio: Inesquecível foi a primeira vez que eu fui jogar bola fora do Brasil. Fui para Arábia Saudita com 23 anos e sozinho (risos). Achava que sabia falar inglês, mas só quando cheguei lá que vi que não sabia falar realmente nada. Um saudita foi me buscar no aeroporto, mas ele também não falava inglês, muito menos português. Mas depois dessa recepção, acabou dando tudo certo e foi tudo bom para mim por lá.

Como é ser ídolo em um time que já jogaram Garrincha, Nilton Santos, e algumas outras grandes lendas do futebol?

Quando eu penso em Garrincha e Nilton Santos, vejo que ainda falta muita coisa para alguém aqui do grupo se tornar um ídolo do Botafogo. Acredito que em um clube que já passaram tantos ídolos, que transformaram o time no que ele é hoje, reconhecido internacionalmente, é difícil virar ídolo em pouco tempo, tem que ter uma história muito maior ainda.

E você tem algum sonho que ainda não realizou?

Ser campeão brasileiro.

Mais do que o de ir para a seleção?

Hoje sim. Já estou com 31 anos, não tenho mais a ilusão de chegar à seleção brasileira, mesmo sabendo que no passado eu tinha condições. Mas estava em um clube de menor visibilidade, que era o Goiás, num lugar onde é muito difícil a CBF estar olhando, acompanhando os campeonatos regionais, acompanhando o desempenho desses times. Hoje não, hoje com o campeonato brasileiro, você começa em maio e vai até dezembro, então a sua vitrine é maior, você passa muito mais tempo sendo visto. Já na época que eu jogava no Goiás, o campeonato era apenas de agosto a dezembro, era menor o campeonato e consequentemente, menos tempo de vitrine. Mas não sou frustrado por isso. Estou muito satisfeito de estar vestindo a camisa do Botafogo, que é um dos grandes clubes do Brasil, e ser campeão aqui, hoje, é um sonho muito maior do que o da seleção.

Em algum momento ao longo da sua carreira você se arrependeu de ter escolhido essa profissão?

Eu nunca me arrependi, mas se você me perguntasse se eu queria que meu filho fosse jogador de futebol, eu digo que não. Vai ser escolha dele, é claro, mas se eu tivesse que encaminhar ele para alguma coisa, não seria para esse mundo do futebol.

Por que?

Porque eu acho que é uma carreira muito ingrata! É claro que tudo que você faz com dedicação, perseverança, você vence! Mas no futebol, essa probabilidade é muito menor do que em qualquer outra área que você estude. Eu já tive amigos que largaram o estudo para ir para o futebol, arriscaram tudo e não deram certo e quando desiludiram, viram mesmo que não daria, e largaram o futebol, já estavam com 24 anos de idade e nessa idade para você voltar a estudar, se especializar para então começar a tentar conseguir alguma coisa, é muito difícil.

E se você pudesse escolher um jogador de qualquer época para poder jogar ao seu lado no Botafogo de hoje, quem você escolheria?

Sócrates. Ele é meu ídolo no futebol. É um cara que jogava mais ou menos na minha posição, um pouco mais adiantado, mas é um cara que na seleção brasileira de todos os tempos, ele estaria com certeza.